Sob direção de Sandro Magalhães, Fundação Pedro Calmon celebra 40 anos com anúncios de ações para a cultura
A Fundação Pedro Calmon (FPC) vai dar início às comemorações dos seus 40 anos de existência com o anúncio de uma série de ações voltadas ao fortalecimento das políticas de livro, leitura e memória na Bahia. A instituição foi fundada em 29 de abril de 1986 e é vinculada à Secretaria de Cultura do Estado (Secult-BA).
O evento de abertura das celebrações acontece na Biblioteca Central do Estado da Bahia, em Salvador, a partir das 18h30, e contará com a presença de autoridades, representantes institucionais e membros da sociedade civil. Na ocasião, será lançado um selo comemorativo que destaca 40 entregas previstas para 2026 nos campos do livro, leitura e memória.
À frente da Fundação, o diretor-geral Sandro Magalhães ressaltou o significado da data. Segundo ele, a celebração marca não apenas as quatro décadas da instituição, mas reafirma o compromisso público com o fortalecimento das bibliotecas, arquivos, espaços de memória e da rede do livro e da leitura no estado. “São instrumentos fundamentais de cidadania, identidade e desenvolvimento social”, afirmou.
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A programação do evento inclui apresentação musical do Quarteto da Orquestra Meninas do Coité, além de falas institucionais do secretário de Cultura da Bahia, Bruno Monteiro, e do diretor-geral da FPC. Também será apresentada a agenda oficial de ações comemorativas.
Ao longo de 2026, a Fundação Pedro Calmon desenvolverá um conjunto amplo de iniciativas, entre elas encontros, fóruns e festivais com foco em leitura, memória, pensamento crítico, diversidade e economia do livro. Estão previstas ainda inaugurações, reformas e modernizações de equipamentos culturais vinculados à fundação.
A programação inclui também lançamentos de livros, revistas, coletâneas e reedições, com destaque para produções das editoras universitárias baianas; criação e implantação de memoriais voltados à preservação de trajetórias, territórios e patrimônios culturais; além de exposições, concursos e ações educativas.
Outras iniciativas previstas envolvem produções audiovisuais e pesquisas voltadas à documentação e difusão das práticas culturais no estado, além da celebração de centenários e marcos históricos relevantes para a cultura e a história da Bahia.









